Matérias

Nutricionistas dizem que a dieta precisa ser rica em frutas, legumes e verduras – Globo Online

              AGÊNCIA O GLOBO  Segunda a Nutricionista Luciana Harfenist , uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras é uma das armas contra o câncer  RIO – Uma das armas contra o câncer é optar por uma vida saudável, com a prática regular de exercícios físicos e uma alimentação saudável. A Organização Mundial da Saúde recomenda a ingestão diária de pelo menos 400g de frutas, legumes e verduras. Mas, mesmo para quem não tem o hábito de comer estes alimentos, uma pequena mudança já é útil, afirma Fábio Gomes, nutricionista da Área de Alimentação, Nutrição e Câncer do Instituto Nacional do Câncer: – O ideal é que a pessoa dê um passo de cada vez, não se prenda a este número, pois quem não come frutas, por exemplo, vai achar que nunca conseguirá ter uma alimentação saudável. A obesidade está relacionada com o aparecimento de uma série de tumores, pois as células de gordura produzem fatores agressivos ao organismo, segundo o especialista. Pensando nisso, O GLOBO pediu à nutricionista Luciana Harfenist que elaborasse um exemplo de cardápio rico em alimentos para a prevenção da doença. É importante que os alimentos consumidos sejam orgânicos, livres de agrotóxicos, e frescos, da época. As quantidades devem ser calculadas de acordo com as necessidades de cada um: Café da manhã: Uma porção de frutas escuras (mirtilo, açaí, maçã); uma porção de cereais integrais, como linhaça e aveia, acrescentada de uma unidade de uma semente (castanha-do-pará, nozes, avelã), pão integral com uma pasta feita de nozes, alho, azeite e manjericão, ou queijo cottage com azeite e orégano. Lanche da manhã: Suco antioxidante, que pode ser tomado uma vez por semana. Receita: dois dedos de suco de uva integral, duas colheres de sopa de mirtilo, duas colheres de sopa de amora ou framboesa, meia polpa de açaí, uma maçã pequena, uma folha de couve orgânica. Bata tudo no liquidificador com um pouco de água e beba Almoço: Salada feita de beterraba, cenoura, nabo, alface escura e roxa. É importante usar o máximo possível de cores diferentes de vegetais pra formar a salada; arroz integral; feijão, peixe assado. A salada pode ser temperada com azeite, óleos essenciais e orégano. Sobremesa: laranja Lanche: Salada de frutas Jantar: Salada com as mesmas características da consumida no almoço; quinoa, lentilha; peixe grelhado. Sobremesa: morango Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/confira-uma-ideia-de-cardapio-para-prevencao-do-cancer-4760313#ixzz1tRPvG9u2 © 1996 – 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Matérias

Os perigos do composto Bisfenol A, presente em algumas mamadeiras e outros objetos plásticos

Composto Bisfenol A, presente em algumas  mamadeiras e outros objetos plásticos muito utilizados para a alimentação infantil, pode causar problemas irreversíveis no desenvolvimento nervoso, cognitivo e comportamental da criança. Quando os pais cuidam da alimentação dos filhos, escolhendo nas prateleiras do mercado produtos de qualidade e saudáveis ou, ainda, quando servem a mamadeira prestando atenção a todos os cuidados para garantir a higiene e saúde das crianças, eles estão totalmente seguros, certo? Nem tanto. Uma substância presente em objetos de plástico, como algumas embalagens de alimentos, garrafas de água mineral, potes de armazenamento e, até mesmo, nas singelas mamadeiras, têm sido apontada por médicos do mundo todo como um perigo para o desenvolvimento infantil. Trata-se do Bisfenol A, elemento chave na fabricação de policarbonato e resinas epóxi, materiais que fazem parte da elaboração de muitos objetos empregados no dia a dia de todas as famílias. O composto, usado para deixar o plástico transparente mais maleável e resistente a rachaduras, pode trazer consequências graves para os seres humanos, tais como alterações no sistema nervoso do bebê, especialmente as que dizem respeito à função da glândula tireóide e ao crescimento do cérebro, além de deficiências em seu desenvolvimento cognitivo e comportamental, como hiperatividade e agressividade. De acordo com pesquisas internacionais, muitos outros transtornos característicos da adolescência e vida adulta podem ter a substância como facilitadora. Prova disso é que um estudo publicado pelo National Ins-titute of Environmental Health Science aponta a exposição ao Bisfenol A como fator agravante para o surgimento de ovários policísticos – distúrbio hormonal com alta prevalência em jovens e também uma das maiores causas de infertilidade mundial. Puberdade precoce ou tardia, obesidade, complicações cardíacas, diabetes, câncer, abortos e anormalidades no fígado são apenas algumas das doenças que podem ter origem no acúmulo excessivo de Bisfenol A no organismo. No Brasil, ainda é comum que algumas mamadeiras apresentem o composto e a discussão sobre o assunto, via de regra, só acontece entre os profissionais da área de saúde, passando despercebida pela maioria da população. Recentemente, uma publicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária garantiu que a quantidade de Bisfenol A presente em mamadeiras, equivalente a 0,6 mg/Kg, não afeta a saúde. Porém, a Sociedade Brasileira de Pediatria aconselha a suspensão do seu uso, alegando não haver níveis seguros de utilização da substância por parte de bebês e crianças. O organismo das crianças, ainda em fase de desenvolvimento, não tem maturidade fisiológica para receber tantos elementos estranhos ao corpo humano. O que torna o problema ainda mais grave é o fato de que, como a contaminação é lenta e progressiva, a percepção das alterações é notada somente a longo prazo, quando a única alternativa é o tratamento da doença já desenvolvida. A polêmica ganha ainda mais corpo a partir da proibição da fabricação de mamadeiras com policarbonato em países como Canadá, Costa Rica, Dinamarca e em quatro estados norte-americanos . Diante de tanta controvérsia e incertezas, como é possível garantir a saúde e o bem estar das crianças? Para se precaver, os pais só devem adquirir produtos de plástico com o selo “livre de BPA”, que alguns fabricantes estão incorporando a esses produtos, especialmente os infantis. Outra dica é procurar um aviso no fundo das embalagens, que adverte que o produto pode conter Bisfenol A, para evitar sua compra. Geralmente, ele … Continue lendo

Matérias

Dicas importantes para o consumo de carboidratos

Dicas de como consumir carboidratos  mantendo o equilíbrio de uma dieta saudável: Sopa e caldos: Inclua legumes e porções generosas de verduras, ervas e especiarias como curry, gengibre, orégano e alecrim em suas refeições. Evite as sopas à base de batatas ou engrossá-las com farinha de trigo. Uma boa dica para fazer caldo verde é utilizar a couve flor no lugar da batata. Massas frescas ou industrializadas: Escolha massas grano duro, de digestão mais lenta e prepare-as al dente. Misture verduras, nozes ou castanha-do-Pará, que são alimentos ricos em óleos essenciais, e legumes. Prefira o molho de tomate ou molho pesto (manjericão, alho, nozes e azeite). Substitua a massa da lasanha por berinjela ou abobrinha. Basta cortá-las no sentido do comprimento, ferver por 5 minutos e montar a lasanha. Risoto: Troque o arroz branco pelo preto, que é rico em flavonoides, e fibra; ou pelo arroz Basmati, rico em vitaminas do complexo B; ou pelo integral; ou o arroz selvagem. Uma boa dica é incluir outros grãos no arroz, como canola, quinoa, arroz vermelho, e leguminosas, como a lentilha e amaranto. Sanduíche: Sempre que possível, prepare-o com pão integral com grãos e acrescente folhas verdes, cenoura ralada, aipo, cebolinha e beterraba no recheio, ou faça uma caponata cheia de nutrientes para recheá-lo. Panqueca, muffin e biscoito: Substitua parte da farinha de trigo branca por integral, farinha de brócolis (novidade no mercado),farinha de beterraba, farelo de aveia, semente de linhaça, farelo de trigo ou flocos de amaranto. Além disso, inclua espinafre na própria massa da panqueca. Existem vários tipos de farinhas de vegetais liofilizadas – que passaram por desidratação a baixas temperaturas -, como a farinha de berinjela, que melhora função hepática; farinha de uva, que contém antocianina, um poderoso antioxidante; farinha de maracujá, com ação comprovada na redução da glicemia. Elas podem ser utilizadas substituindo quantidades da farinha de trigo, amido de milho ou fécula de batata, alimentos, que contém alto índice glicêmico. Pão: Substitua parte da farinha branca por farinha de trigo integral, farelo de aveia, semente de linhaça, gérmen de trigo, nozes e sementes. Se possível, inclua também ervas e especiarias, como ervas finas, ervas de provence, alho, cebola, orégano e semente de papoula. Bolos: Quando possível, acrescente grãos integrais, sementes, frutas, nozes e castanhas. Reduza em 50% a quantidade de açúcar ou troque-o pelo açúcar mascavo ou adoçantes indicados para o forno e fogão. Proteínas: Uma refeição composta por proteínas diminui o índice glicêmico total da refeição, portanto, é sempre importante incluir peixes, frangos, frutos do mar assados, cozidos ou grelhados na rotina diária.